Preleção da Semana 36 – Heresias

“E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós.” — Paulo. ( I Coríntios, 11:10)

Recebamos os hereges com simpatia, falem livremente os materialistas, ninguém se insurja contra os que duvidam, que os descrentes possuam tribunais e vozes.
Isso é justo.
Paulo de Tarso escreveu este versículo sob profunda inspiração.
Os que condenam OS desesperados da sorte não ajuizam sobre o amor divino, com a necessária compreensão. Que dizer-Se do pai que amaldiçoa o filho por haver regressado a casa enfermo e sem esperança?
Quem não consegue crer em Deus está doente. Nessa condição, a palavra dos desesperados é sincera, por partir de almas vazias, em gritos de socorro, por mais dissimulados que esses gritos pareçam, sob a capa brilhante dos
conceitos filosóficos ou científicos do mundo. Ainda que os infelizes dessa ordem nos ataquem, seus esforços inúteis redundam a benefício de todos, possibilitando a seleção dos valores legítimos na obra iniciada.
Quanto à suposta necessidade de ministrarmos fé aos negadores, esqueçamos a presunção de satisfazê-los, guardando conosco a certeza de que Deus tem muito a dar-lhes. Recebamo-los como irmãos e estejamos convictos de que o Pai fará o resto.

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Uma resposta para Preleção da Semana 36 – Heresias

  1. Sergio Rodrigues disse:

    Esssa reflexão veio de encontro com um fato enfrentado por mim nesta semana.

    É comum em qualquer contato com a doutrina Luterana, a observância dos Evangélicos da
    reencarnação ou contatos com “mortos” , assim como dizem, como divisor de águas entre os seguidores de Cristo e os demais.

    Apesar da palavra Espírito ser repetida centena de vezes, teimam em não conceber o conceito original da palavra mas atrelá-la a analogias dogmáticas.

    No trabalho do Evangelista, sempre ocorrerá essa repulsa. Seja pelos adéptos ao Monoteísmo ou pelos Ateístas.

    E a resposta está na essência das palavras de Jesus “ao sair sacuda o pó das alparcas”

    O último parágrafo da dissertativa foi bastante esclarecedor.

    “Quanto à suposta necessidade de ministrarmos fé aos negadores, esqueçamos a presunção de satisfazê-los, guardando conosco a certeza de que Deus tem muito a dar-lhes. Recebamo-los como irmãos e estejamos convictos de que o Pai fará o resto.”

    Sergio Rodrigues

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