Preleção da Semana – TEU CONCURSO

“Como livres  e  não tendo  a liberdade  por  cobertura  de  malícia,   mas como servos de Deus”.  Pedro (I PEDRO, 2:16.) 

Observa  o  amparo  de  Deus,  constantemente  ao  redor  de  teus  passos,  mas,  muito especialmente, quando inibição ou esgotamento te espreitam.  Supunhas-te  incapaz  de  suportar,  valorosamente,  determinada  mudança  na  própria  vida; entretanto,  acolheste  com  paciência  o  impositivo  da  transformação  necessária  e  uma força  imponderável  te  restituiu  a  paz  com  o  desejo  de  tarefas  mais  amplas  na  edificação da própria felicidade.  Julgavas-te  sem  recursos  para  resolver  certo  problema;  no  entanto,  permaneceste  firme no  exato  desempenho  dos  compromissos  que  o  mundo  te  deu  e,  sem  que  percebesses, agentes  invisíveis  te  apagaram  as  preocupações,  afastando  a  questão  que  te apoquentava.  Temias  a  impossibilidade  de  atender  a  obrigações  que  inesperados  acontecimentos  te impuseram  e  que  se  te  figuraram  sumamente  difíceis;  todavia,  foste  fiel  ao  trabalho  que a existência  te  confiou  e  escoras  intangíveis  te  sustentaram  para  desempenhá-las, investindo-te na alegria da consciência que preside as vitórias do coração.  Receavas  versar  esse  ou  aquele  tema  edificante  em  público,  acreditando-te  sem possibilidades  para  tanto;  contudo,  aceitaste  o dever de  falar por amor aos  companheiros da  Humanidade  e o  auxilio espiritual  te brilhou no  pensamento e no  verbo, facultando-te o conforto de transmitir esperança e paz, a benefício do próximo, pelos fios da inspiração.  Certifica-te,  desse  modo, quão  importante  se  faz  a tua parte  nessa  ou  naquela  realização, perante a vida.  A  Providência  Divina  te  concede  meios,  acima  de  tuas  forças,  a  fim  de  que  colabores  na construção  do  bem  de  todos,  por  livre  vontade  e  não  de  espírito  escravizado  ao  jugo  das circunstâncias.  Em síntese,  Deus  te  ajuda  para  que te ajudes, e  dar-te-á  sempre  o auxilio  máximo,  desde que  não  faltes  com  o  teu  concurso no desenvolvimento e no  aperfeiçoamento da Obra  da Criação, pelo menos com o mínimo do que sabes, podes e deves fazer.

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