Preleção da Semana 55 – No burilamento íntimo

Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim.”         JESUS. (Mateus, 24:46)

Suspiramos por burilamento pessoal; entretanto, para atingi-lo, urge não esquecer as disciplinas que lhe antecedem a formação.
Á vista disso, recordemos que a essência da educação reside nas diretrizes de vida superior que adotamos para nós mesmos. Daí, o impositivo de cultivar-se o hábito
De ser fiel ao desempenho dos próprios deveres; de fazer o melhor que pudermos, no setor de ação em que a vida nos situe;
de auxiliar a outrem, sem expectativa de recompensa;
de aperfeiçoar as palavras que nos escapem da boca;
de desculpar incondicionalmente quaisquer ofensas;
de buscar a “boa parte” das situações e das pessoas, olvidando tudo o que tome a feição de calamidade ou de sombra;
de procurar o bem com a disposição de realizá-lo;
de nunca desesperar;
de que os outros, sejam quais forem, são nossos irmãos e filhos de Deus, constituindo conosco a família da Humanidade.
Para isso, é forçoso lembrar, sobretudo, que a alavanca da sustentação dos hábitos enobrecedores está em nós e somente vale se manejada por nós.

 

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Preleção da Semana 54 – Na cultura da paz

Bem-aventurados os pacificadores porque serão chamados filhos de Deus.” – JESUS. (Mateus, 5:9.)

Na cultura da paz, saibamos sempre:
respeitar as opiniões alheias como desejamos seja mantido o respeito dos outros para com as nossas;
colocar-nos na posição dos companheiros em dificuldades, a fim de que lhes saibamos ser úteis;
calar referências impróprias ou destrutivas; reconhecer que as nossas dores e provações não são diferentes daqueles que visitam o coração do próximo;
consagrar-nos ao cumprimento das próprias obrigações;
fazer de cada ocasião a melhor oportunidade de cooperar a benefício dos semelhantes;
melhorar-nos, através do trabalho e do estudo, seja onde for;
cultivar o prazer de servir;
semear o amor, por toda parte, entre amigos e inimigos;
jamais duvidar da vitória do bem.

Buscando a consideração de pacificadores, guardaremos a certeza de que a paz verdadeira não surge, espontânea, de vez que é e será sempre fruto do esforço de cada um.

 

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