Preleção da Semana – A SABEDORIA DO ALTO

“Mas a  sabedoria que  vem  do  Alto  é pura,  pacífica, moderada, tratável,   cheia  de misericórdia e  de  bons  frutos,  sem  parcialidade e  sem  hipocrisia”.  (Tiago, 3:17).  
 
Se  o  conhecimento  da  fé  gerou  veneno  para  a  tua  palavra,  a  desvairar-se  em ataques  e  críticas,  a  pretexto  de  preservar  a  verdade,  guarda  contigo  bastante  cautela, porque  não  é  com  rixosas  interpretações  que  te  farás  embaixador  da  Espiritualidade Sublime.      A  inspiração  da  Vida  Superior  manifesta-se  sem  qualquer  artifício.  Quem  fala,  em nome do Senhor, não necessita de longos e complicados discursos.      É apaziguante e benevolente, sem qualquer recurso à força.      É moderado, sem inclinar-se ao desequilíbrio.      É compreensivo, sem alardear superioridade contundente.      É  repleto de  entendimento  e  carinho,  frutificando em  bênçãos de  alegria e  reconforto para os que se aproximem da fonte em que se exterioriza.      Não se apaixona, nem finge.      Compreende  as  criaturas,  no  plano  em  que cada  uma se coloca,  exerce a  bondade, em  todas  as  ocasiões,  cultiva  a  paciência  nos  obstáculos  e  distribui  o  coração,  entre  a energia que constrói e a gentileza que estimula.      A sabedoria do Alto plasma os verdadeiros valores da educação.      Os  orientadores  do  mundo  satisfazem  a  inteligência  e  enriquecem  o  patrimônio intelectual.      Jesus Cristo, contudo, aprimora o sentimento.      A universidade ilustra o cérebro.      O Evangelho aperfeiçoa o coração.      Se desejas,  pois,  conservar  contigo  a  riqueza  espiritual  que  desce  do  Plano Superior,  caminha,  entre  os  homens,  aplicando  as  lições  de  Jesus,  no  esforço  de  cada dia. 

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Preleção da Semana – VIVER EM PAZ

“…Vivei em  paz…”   – Paulo.(II CORÍNTIOS. 13:11)   
  Mantém-te em paz.     É  provável  que  os  outros  te  guerreiem  gratuitamente,  hostilizando-te  a  maneira  de viver; entretanto, podes avançar em teu roteiro, sem guerrear a ninguém.     Para  isso,  contudo – para  que  a tranqüilidade te  banhe  o pensamento  -, é  necessário que a compaixão e a bondade te sigam todos os passos.     Assume contigo mesmo o compromisso de evitar a exasperação.     Junto  da  serenidade,  poderás  analisar  cada  acontecimento  e  cada  pessoa  no  lugar e, na posição que lhes dizem respeito.     Repara, carinhosamente, os que te procuram no caminho…     Todos  os  que  surgem,  aflitos  ou  desesperados,  coléricos  ou  desabridos,  trazem chagas  ou  ilusões.  Prisioneiros  da  vaidade  ou  da  ignorância,  não  souberam  tolerar  a  luz da  verdade  e  clamam  irritadiços… Unge-te  de  piedade e  penetra-lhes  os  recessos  do  ser, e  identificarás  em  todos  eles  crianças  espirituais  que  se  sentem  ultrajadas  ou contundidas.     Uns acusam, outros choram.     Ajuda-os, enquanto podes.     Pacificando-lhes a alma, harmonizarás, ainda mais, a tua vida.     Aprendamos a compreender cada mente em seu problema.     Recorda-te  de  que  a  Natureza,  sempre  divina  em  seus  fundamentos,  respeita  a  lei do equilíbrio e conserva-a sem cessar.     Ainda  mesmo  quando  os  homens  se  mostram  desvairados,  nos  conflitos  abertos,  a Terra é sempre firme e o Sol fulgura sempre.     Viver  de  qualquer  modo  é  de  todos,  mas  viver  em  paz  consigo  mesmo  é  serviço  de poucos. 36

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Preleção da Semana – PROBLEMAS DO AMOR

“Para que aproveis  as  coisas que  são  excelentes, para  que  sejais sinceros  e  sem  escândalo  algum”.   Paulo (Filipenses1:10).
O amor é a força divina do Universo.  É imprescindível, porém, muita vigilância para que não a desviemos na justa aplicação.  Quando  um  homem  se  devota,  de  maneira  absoluta,  aos  seus  cofres  perecíveis,  essa energia,  no  coração  dele,  denomina-se  “avareza”;  quando  se  atormenta,  de  modo exclusivo,  pela  defesa  do  que  possui,  julgando-se  o  centro  da  vida,  no  lugar  em  que  se encontra,  essa  mesma  força  converte-se  nele  em  “egoísmo”;  quando  só  vê  motivos  para louvar  o  que  representa,  o  que  sente  e  o  que  faz,  com  manifesto  desrespeito  pelos valores alheios, o sentimento que predomina em sua órbita chama-se “inveja”.  O ódio é, comumente,o amor envenenado de ontem. O ciúme é o amor vestido de espinhos dilacerantes. A soberba é o amor desvairado a si próprio. Paulo,  escrevendo  a  amorosa  comunidade  filipense,  formula  indicação  de  elevado alcance.  Assegura  que  “o  amor  deve  crescer,  cada  vez  mais,  no  conhecimento  e  no discernimento, a fim de que o aprendiz possa aprovar as coisas que são excelentes”.  Instruamo-nos, pois, para conhecer.  Eduquemo-nos para discernir.  Cultura  intelectual  e  aprimoramento  moral  são  imperativos  da  vida,  possibilitando-nos  a manifestação do amor, no império da sublimação que nos aproxima de Deus.  Atendamos  ao  conselho  apostólico e  cresçamos  em  valores espirituais  para  a  eternidade, porque,  muitas  vezes, o  nosso  amor é  simplesmente querer  e  tão  somente  com  o  “querer” é possível desfigurar, impensadamente, os mais belos quadros da vida

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Mocidade Espírita nova turma

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Nova turma de Mocidade Espírita para jovens de 14 á 18 anos

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Preleção da Semana – CONFIAREMOS

“E se  sabemos  que  ele  nos  ouve,  quanto  ao  que  lhe pedimos,   estamos  certos  de  que  obtemos  os  pedidos  que lhe  temos  feito”.   – João (I João, 5:15) Em  nos  dirigindo  ao  Senhor,  rogando  alguma  concessão,  condicionemo-nos  ao  Critério Divino.  Digamos no íntimo do ser:  “Se julgardes,  Senhor, que  isso  nos ajudará a ser  melhores  para  os nossos  irmãos,  em  louvor dos vossos desígnios…”  “Se considerardes que assim poderemos ser mais úteis em vossa obra…” E façamos dentro de nós o silêncio preciso, emudecendo qualquer indisciplina mental.  Sintonizemos  o  coração  em  ponto  certo,  ou,  melhor,  liguemos  o  pensamento  para  a  Infinita Sabedoria, tendo o cuidado imprescindível para que a  estática  de  nossas  paixões  e  sensações  não  interfira  com  a  recepção  da  bênção  que  nos advirá da Divina Bondade.  Oremos, unindo-nos aos  planos  do  Senhor,  sem  exigir  que  os  planos  do  Senhor  se  submetam aos  nossos,  e  aprenderemos  a  ver  e  a  aceitar  o  que  seja  melhor  para  nós,  asserenando  o coração.  Não  gritarmos  “eu  quero…”  mas  afirmar,  em  nossa  condição  de  espíritos  imperfeitos:  “se posso querer”…  Em  qualquer  setor  de  organização  humana,  o  benefício  solicitado  se  divide  em  duas  fases essenciais – o pedido e a solução.  Forçoso,  porém,  reconhecer  que,  se  todo  pedido  é  livre,  qualquer  solução  exige  exame. Empregadores  não  atendem  às  requisições  dos  subordinados  sem  analisar-lhes  a  ficha  de mérito,  sob  pena  de  prejudicarem  a  máquina  administrativa.  Professores  não  satisfarão exigências  de  alunos  sem,  antes,  lhes  observar  o  aproveitamento,  se  não  querem  perturbar as funções educativas da escola.  É  licito  rogar  ao  Senhor  tudo  aquilo  de  que  carecemos  e  até  mesmo  tudo  quanto  quisermos, porquanto  na  maioria  das  ocasiões  não  passamos  de  crianças  caprichosas,  mas  saibamos implorar  dele a  compreensão  necessária para  recebermos  as respostas  do  Alto, sem  prejuízo para  a  harmonia  da  vida, porque, se sabemos  o meio  exato e  amplo  de  pedir, somente Deus  – pelos  Mensageiros  Divinos  que  o  representam,  junto  de  nós  –  sabe,  em  nosso  favor,  como, onde e quando nos atender.

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Preleção da Semana – RECURSOS E CAMINHOS “

E esta é  a confiança  que  temos  para  com  ele,   que  se  pedirmos alguma  coisa  segundo a  sua vontade,  ele  nos  ouve”.    (I João, 5:14)

Exporemos  em  prece ao Senhor  os  nossos  obstáculos,  pedindo as  providências  que se nos  façam  necessárias  à paz  e à  execução  dos  encargos  que  a vida  nos  delegou; entretanto,  suplicaremos  também,  a ele, nos  ilumine o  entendimento, para que lhe saibamos receber dignamente as decisões. Não nos  esqueceremos  de  que  a nossa capacidade visual  abrange,  mais  ou menos, unicamente o curto espaço  dos  sessenta  segundos  de  um  minuto, enquanto  que  o Senhor, que  nos  acompanhou  as numerosas  existências  passadas  – existências  que conservamos, agora,  na Terra,  temporariamente esquecidas  -, nos conhece o  montante das necessidades de hoje e amanhã.  Tenhamos suficiente gratidão para não suprimir-lhe a bênção. A Providência Divina possui  os recursos  e caminhos que  lhe  são  próprios  para alcançarnos. Quando encarnados  no plano físico, se na posição  de enfermos, costumamos  implorar do Céu a  dádiva da  saúde  corpórea,  na  expectativa  de  obter  um  milagre,  às  vezes  o Céu  nos responde com  a imposição  de  um  bisturi, que nos rasga  as  entranhas,  de maneira  a reconstituir-nos o equilíbrio orgânico. Simbolicamente, ocorrem  circunstâncias  idênticas  no  quadro  espiritual  de nossa vida cotidiana. Rogamos  a  Deus  a presença da  felicidade em  nossos  dias, segundo a concepção com  que  a imaginamos,  mas somos,  via de  regra,  portadores  de certos defeitos,  que  nos  impediriam  acolhê-la,  sem  agravar as  próprias  dívidas,  e Deus, em muitos casos, nos  envia,  primeiramente, o espinho  da  provação, que  nos  faculta a experiência  precisa  para  recebê-la em  momento oportuno,  como  determina o  recurso operatório para o corpo doente, antes que se lhe restaure a saúde. Oraremos,  sim;  no entanto,  é imperioso, em  matéria  de petição, rogar isso  ou  aquilo  ao Senhor, sempre  de acordo com  a Sua Vontade, porque  a vontade  do Senhor inclui, invariavelmente, a harmonia e a felicidade de nossa vida

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Preleção da Semana – O amor puro

“Consideremo-nos  também  uns aos outros  para nos estimularmos ao amor e às boas obras.” – Paulo (Hebreus, 10:24)

Algumas  vezes  somos  constrangidos  a  examinar  as  diretrizes  dos  nossos  companheiros de  experiência,  nas  horas  em  que  se  mostram  em  atitude  menos  edificante.  Vimos determinados  amigos  em  lances  perigosos  do  caminho,  até  ontem.  E  até  ontem  terão eles:  entrado  em  negócios  escusos; caído  em  lastimáveis  enganos; perpetrado delitos; descido  a precipícios  da sombra; causado prejuízo a outrem,  lesando a  si mesmos;  fugido  a deveres  respeitáveis; desprezado valiosas oportunidades no erguimento do bem;   renegado a  fé que lhes  servia de  âncora;  adotado companhias  que lhes  danificaram  a  existência;   abraçado a irresponsabilidade por norma de ação.  Momentos  existem  nos  quais  é  impossível  desconhecer  as  nossas  falhas;  entretanto, tenhamos  a  devida  prudência  de  situar  o  mal  no  passado.  Teremos  tido  comportamento menos feliz até ontem.  Hoje, porém, é novo dia. Auxiliemo-nos reciprocamente,  acendendo  luz  que nos  dissipe a  sombra. Padronizemos  o sentimento  em  ponto  alto, pensemos  com  a  força  abençoada do  otimismo, falemos  para o bem e realizaremos o melhor ao nosso alcance, no terreno da ação.  Recordemos  o  ensinamento  do  apóstolo,  considerando-nos  uns  aos  outros  não  em sentido  negativo,  e  sim  com  a  fraternidade  operante,  para  que  tenhamos  o  necessário estímulo  à  prática  do  amor  puro,  superando  as  nossas  próprias  fraquezas,  em  caminho para a vida maior. 

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